domingo, 7 de setembro de 2014

Meu Lugar

  Imagem: Orla de Bragança                                                    
Rosana Furtado                                                                  
Julho/2014                                                                          
Meu lugar, é bonito
Tem um aspecto de tranquilidade,
Das cidades do interior.
Em frente tem uma orla,
Ornamentada com palmeiras imperiais.
Ao longe se avista,
Bem ao alto,
O Mirante de São Benedito.
Lá tem uma praia famosa, Ajuruteua,
Ao voltar,
Os turistas saboreiam,
Num saboroso tacacá.
Andando pelas ruas,
Olham os prédios,
Arquiteturas belíssima,
Prédios históricos,
,           Com linhas autênticas,
Fachadas com traços europeus.
Há uma fé muito forte,
Nas promessas,
E nas devoções aos santos.
Ao longe,
Percebe o cultivo da festividade
De São Benedito,
Exibindo coreografias das marujas,
Com suas vestes,
Nas tonalidades quentes, frias e neutras,
Ao olhar de longe,
Elas se misturam,
Em um vai e vem,
De cores.
Poesia parafraseada com o texto da revista "ver o Pará"  para conclusão da                             disciplina "Performance"
Artes Visuais - Capanema




segunda-feira, 28 de abril de 2014

Poesia aldravia

ESTÁ
SENDO
MUITO
DIFÍCIL
DESENHAR
PINTAR




MINHAS
PERPENDICULARES
LINHAS
SAEM
TORTAS



MAS
MESMO
ASSIM
TENTO
FAZER
MEU CADERNO



ALGUÉM
ME
CHAMOU
VOU
LEVANTAR
VOLTO




VOLTEI
CONTINUO
NO
MEU
CADERNO





É
ABRIL
TENHO
QUE
TERMINAR



AINDA
NÃO
TERMINEI
É
PRECISO
ENTREGAR



O
CADERNO
DA
ARTISTA



A
PROFESSORA
DANIELLE
PARA
O
ESTÁGIO
III

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Exercício I

Trabalho de Laboratório de Mídias II, realizado pela aluna Maria Rosana Furtado
Exercício I  janeiro de 2014.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

sexta-feira, 4 de outubro de 2013






Se Puder Sem Medo

Se Puder Sem Medo

Deixa em cima desta mesa a foto que eu gostava
Pr'eu pensar que o teu sorriso envelheceu comigo
Deixa eu ter a tua mão mais uma vez na minha
Pra que eu fotografe assim meu verdadeiro abrigo
Deixa a luz do quarto acesa a porta entreaberta
O lençol amarrotado mesmo que vazio
Deixa a toalha na mesa e a comida pronta
Só na minha voz não mexa eu mesmo silencio
Deixa o coração falar o que eu calei um dia
Deixa a casa sem barulho achando que ainda é cedo
Deixa o nosso amor morrer sem graça e sem poesia
Deixa tudo como está e se puder, sem medo
Deixa tudo que lembrar eu finjo que esqueço
Deixa e quando não voltar eu finjo que não importa
Deixa eu ver se me recordo uma frase de efeito
Pra dizer te vendo ir fechando atrás da porta
Deixa o que não for urgente que eu ainda preciso
Deixa o meu olhar doente pousado na mesa
Deixa ali teu endereço qualquer coisa aviso
Deixa o que fingiu levar mas deixou de surpresa
Deixa eu chorar como nunca fui capaz contigo
Deixa eu enfrentar a insônia como gente grande
Deixa ao menos uma vez eu fingir que consigo
Se o adeus demora a dor no coração se expande
Deixa o disco na vitrola pr'eu pensar que é festa
Deixa a gaveta trancada pr'eu não ver tua ausência
Deixa a minha insanidade é tudo que me resta
Deixa eu por à prova toda minha resistência
Deixa eu confessar meu medo do claro e do escuro
Deixa eu contar que era farsa minha voz tranqüila
Deixa pendurada a calça de brim desbotado
Que como esse nosso amor ao menor vento oscila
Deixa eu sonhar que você não tem nenhuma pressa
Deixa um último recado na casa vizinha
Deixa de sofisma e vamos ao que interessa
Deixa a dor que eu lhe causei agora é toda minha
Deixa tudo que eu não disse mas você sabia
Deixa o que você calou e eu tanto precisava
Deixa o que era inexistente e eu pensei que havia
Deixa tudo o que eu pedia mas pensei que dava
Oswaldo Montenegro

domingo, 22 de setembro de 2013

Ciumes

Esta música que encontrei só para descontrair os casais em “Crises De Ciúmes” com Tião Carreiro e Pardinho
A gente fazia um casal feliz
Até que um dia as coisas mudaram
Seu comportamento mudou bruscamente
Línguas perigosas a envenenaram
Crises de ciúmes, guerras de palavras
Não posso entender me parece incrível
Que uma convivência de fazer inveja
Em tão pouco tempo tornou-se impossível

As nossas intrigas igual cão e gato
Você agredindo e eu me defendo
Se lhe dou carinho você não corresponde
Que vida é essa que estamos vivendo
Texto da música "crises de ciumes"

sábado, 5 de janeiro de 2013

Esculturas

Inicou-se no dia 02 de janeiro de 2013 o 5º bloco das disciplinas de Artes Visuais- Parfor Capanema e a primeira disciplina foi Laboratório de Escultura.
Fizemos uma Oficina de oficina de jornal, gesso e argila,veja as fotografias: